A instabilidade do câmbio é, inegavelmente, um dos maiores pesadelos para gestores de tecnologia que utilizam nuvens globais com cobrança em dólar. A princípio, o que parece um serviço barato em dólares pode tornar-se insustentável quando a moeda sobe. Certamente, a variação cambial impede o planeamento financeiro a longo prazo e drena recursos que deveriam ir para a inovação do produto.
Para proteger o seu caixa e garantir a saúde financeira da sua operação, confira três estratégias práticas:
1. Migre para o faturamento em Reais (R$)
Ao escolher um parceiro nacional como a Under, você elimina a flutuação do dólar da sua equação. O valor acordado no contrato é exatamente o valor pago no final do mês. Dessa forma, você ganha previsibilidade total e evita sustos com o fecho da fatura em períodos de crise económica.
2. Fuja das taxas variáveis de tráfego e IOPS
Nuvens como AWS e Azure cobram pelo “tráfego de saída” e pelo volume de escrita no disco (IOPS). Por consequência, quanto mais o seu negócio cresce, mais caro você paga para aceder aos seus próprios dados. Na Under, o tráfego é gratuito e não cobramos taxas extras por IOPS. Assim sendo, o seu custo de infraestrutura escala sem punir o seu crescimento.
3. Troque o investimento pesado (CAPEX) pelo modelo de serviço (OPEX)
Em vez de comprar servidores caros que desvalorizam rapidamente, utilize o modelo de infraestrutura como serviço. De fato, isso transforma um grande investimento inicial em uma mensalidade fixa e dedutível. Inclusive, no Under DBaaS, até o licenciamento do SQL Server já está incluído no valor mensal.
Portanto, a soberania financeira da sua TI começa pela escolha de uma infraestrutura que respeita a moeda local e oferece custos fixos.
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